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segunda-feira, 7 de março de 2016

TEORIA MUSICAL - 11 (ACENTOS MÉTRICOS, CONTRATEMPO, SÍNCOPE)


Os tempos de um compasso recebem diferentes acentos métricos. O primeiro tempo sempre é percebido como o mais acentuado (comumente chamado de “tempo forte”). É preciso ressaltar que um acento métrico é um fator psicológico/perceptivo e não se trata de um acento de dinâmica. As notas não devem necessariamente ser executadas com mais intensidade porque coincidem com o primeiro tempo. 

Tradicionalmente o compasso binário é percebido como a alternância de um tempo forte e um tempo fraco. O exemplo abaixo ilustra esta alternância, indicando com o sinal > o acento métrico primário. 



O compasso ternário consiste de ciclos de um tempo forte e dois fracos: 



O compasso quaternário possui um acento primário no primeiro tempo e um acento secundário (menos forte) no terceiro tempo. O sinal “–“ no exemplo abaixo indica o acento métrico secundário:



As divisões dos pulsos também podem ser dividas em partes fortes e fracas do tempo, seguindo a mesma lógica. Uma síncope é o efeito causado pela articulação de uma nota em tempo fraco (ou parte fraca do tempo) cujo som é prolongado até o tempo forte (ou parte forte do tempo), como demonstrado abaixo:



Um contratempo é o efeito resultante da articulação de um som no tempo fraco (ou parte fraca do tempo), cujo som é seguido de uma pausa em tempo forte (ou na parte forte do tempo): 




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Fonte: 
Teoria elementar da musica.
Teoria e percepção musical (Gusmão; Paulo, 2012)
 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

TEORIA MUSICAL - 8 (ESCALAS MENORES, SUBTÔNICA)


As escalas menores, assim como as maiores, se caracterizam por configurações específicas de tons e semitons. Existem três tipos de escalas menores: 
 
 Escala menor natural:

A escala menor natural (também chamada de primitiva) possui semitons entre os graus 2/3 e 5/6. A escala menor natural de lá menor não requer acidentes para ser configurada: 



Observe que por estar a um tom de distância da tônica, o sétimo grau da escala é chamado de subtônica, e não de sensível. 

Escala menor harmônica: 
  A única nota da escala menor harmônica que difere da natural é o sétimo grau, que é alterado ascendentemente para formar um semitom de distância à tônica. Isto causa o intervalo característico desta escala, uma segunda aumentada entre o sexto e sétimo graus. O sétimo grau neste caso é chamado de sensível.



Escala menor melódica: 

A escala menor melódica é a única dentre as três que possui uma forma ascendente diferente da forma descendente. Na sua forma ascendente, a escala menor melódica tem o sexto e sétimo graus alterados ascendentemente em relação à escala natural (formando semitons entre os graus 2/3 e 7/1. A forma descendente é idêntica à forma natural, ou seja, com o sexto e sétimo graus abaixados.



Toda escala menor está relacionada a uma escala maior e vice-versa. Estas escalas são chamadas de relativas, pois compartilham o mesmo número de acidentes na forma natural. Por exemplo, tanto a escala de dó maior quanto a escala de lá menor natural não possuem nenhum acidente, logo dizemos que dó maior é a relativa maior de lá menor, ou que lá menor é a relativa menor de dó maior.
A distância entre a tônica de duas escalas relativas é sempre de uma terça menor. Dada uma escala maior qualquer, a tônica da relativa menor se encontra uma terça menor abaixo da tônica da escala maior. E por sua vez, para cada escala menor, pode se encontrar a tônica da relativa maior uma terça menor acima da sua tônica. Desta forma, a relativa menor é sempre o sexto grau da escala maior (submediante), e a relativa maior é sempre o terceiro grau da escala menor (mediante), conforme demonstrado abaixo:



 
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Fonte: 
Teoria elementar da musica.
Teoria e percepção musical (Gusmão; Paulo, 2012)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Teoria musical - 1 (Notas, pauta e clave)

Olá galera, vamos iniciar aqui uma serie de matérias sobre teoria e percepção musical. Qualquer dúvida estarei a disposição!
Siga-nos e fique por dentro de todas as matérias e novidades.
Lembrado que teremos matérias novas toda segunda feira!

Existem sete notas musicais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si. Em muitos casos, se utilizam letras para se referir às notas (A=lá, B=si, C=dó, D=ré, E=mi, F=fá e G=sol).
A pauta musical (ou pentagrama) consiste em cinco linhas horizontais, paralelas e equidistantes. Elas são numeradas de baixo para cima (1a linha até 5a linha), assim como os espaços formados entre as linhas (1o ao 4o espaço). 
Os símbolos que representam as alturas musicais (as notas) podem ser colocados tanto sobre as linhas quanto sobre os espaços. Quanto mais para cima a posição da nota na pauta, mais agudo o som que representa. O exemplo abaixo mostra uma nota sobre o terceiro espaço e uma nota sobre a segunda linha. A primeira nota se encontra em uma posição mais acima do que a segunda, portanto a altura que representa é mais aguda que a da segunda nota.

  


Geralmente se posiciona uma clave no início de uma pauta. A clave é um símbolo que indica qual altura musical será representada por cada linha ou espaço. Existem três claves: a clave de sol, a clave de fá e a clave de dó. 


Cada clave se posiciona sobre uma linha específica. O nome da clave indica a altura da nota que se encontra sobre esta linha. A clave de sol é sempre colocada sobre a segunda linha e define o 1o sol acima do dó central do piano; a clave de fá pode ser posicionada sobre a terceira ou quarta linhas e define o 1o fá abaixo do dó central; a clave de dó pode ser posicionada sobre qualquer linha e define a posição do dó central do piano
na pauta. As claves de uso mais comuns são: a clave de sol na segunda linha, a clave de fá na quarta linha, e a clave de dó na terceira e quarta linhas. Estas possibilidades estão representadas no exemplo a seguir. O nome das notas em maiúsculas indica a nota da linha sobre a qual a clave está posicionada.


Exemplos de notação nas claves mais comuns: 


Quando a nota que queremos representar é mais aguda ou mais grave do que permite o pentagrama, é possível utilizar linhas suplementares. As linhas suplementares funcionam como a continuação do pentagrama, e são denominadas linhas suplementares superiores ou linhas suplementares inferiores quando estão acima ou abaixo do pentagrama, respectivamente. 

Exemplo de linhas suplementares: 


Para notas muito agudas que exigiriam uso constante de linhas suplementares, utilizamos o sinal de “8va, que modifica o registro da nota escrita como exemplificado abaixo:



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Fonte: 
Teoria elementar da musica.
Teoria e percepção musical (Gusmão; Paulo, 2012)





segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O trombone!!!

trombone é um aerofone da família dos metais. É mais grave que o trompete e mais agudo que a tuba.
Há duas variedades de trombone, quanto à forma:
  • Trombone de Pisto: Utiliza pistos mecânicos como o trompete (não confundir com Trombone de Marcha, também chamado de Trombonito ou ainda Trompete Baixo; que é um trombone de formato e tamanho especialmente modificados para facilitar a sustentação e empunhadura em apresentações marciais).
  • Trombone de Vara: Possui uma válvula móvel (vara), que, ao ser deslizada, altera o tamanho do tubo, mudando a nota. São várias as particularidades da vara:
    • Faz com que o trombone apresente todas as notas dentro da sua extensão (é comum entre os instrumentos de pisto um "buraco", isto é, notas ausentes na região grave).
    • Deixa o timbre do instrumento mais homogêneo em todos os registros, já que o ar não muda de caminho, apenas aumenta ou diminui o percurso.
    • É mais adequada para realizar efeitos como o glissando.
    • Requer um maior cuidado com a afinação.
A família do trombone apresentava originalmente os instrumentos Soprano, Contralto, Tenor, Barítono e Baixo. Com a evolução da música, alguns tipos foram sendo abandonados. O Romantismo consagrou o trombone tenor como o mais nobre da família.
Na atualidade utilizam-se muito frequentemente o trombone Tenor-Baixo, em Si bemol - Fá, e modelos dotados de válvulas mecânicas acionadas com a mão esquerda.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Trombone di boteco no Mariposa Vilas

Olá galera!
Amanhã estarei iniciando mais uma temporada de shows no #Mariposavilas em Vilas do Atlântico, Lauro de Freitas-BA.
Venha conferir de perto o melhor da musica instrumental de boteco. Toda quarta as 20h!
#Trombonediboteco