Mostrando postagens com marcador show. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador show. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

TEORIA MUSICAL - 10 (INVERSÃO DOS INTERVALOS)


Inverter um intervalo significa alterar a oitava de uma das duas notas que o compõe, de modo que a direção do intervalo se inverta (intervalos ascendentes transformam-se em descendentes e vice-versa). 




A inversão altera o tamanho e, em alguns casos, a qualidade do intervalo. No primeiro exemplo acima uma terça menor foi invertida e tornou-se uma sexta maior. Para se calcular o tamanho de um intervalo após a sua inversão, basta subtrair seu número de nove. Utilizando-se novamente do exemplo acima, uma terça (3) invertida resulta em uma sexta (9-3=6). 

A qualidade do intervalo não se altera no caso de intervalos justos. Uma quarta justa (4) invertida resulta em uma quinta (9-4=5) também justa. Intervalos maiores e menores são reciprocamente opostos na inversão. Por esta razão a terça menor, no exemplo acima, quando invertida resulta na sexta maior, enquanto a terça maior invertida é uma sexta menor. Os intervalos diminutos e aumentados também são opostos. A tabela abaixo resume a relação entre a qualidade dos intervalos e suas inversões. 

 
Esta inversão de tamanho e qualidade dos intervalos pode ser observada nos exemplo abaixo: 




>>>->>>->>>- TODA SEGUNDA-FEIRA MATÉRIAS NOVAS - [SIGA-NOS]  - <<<-<<<-<<<
Fonte: 
Teoria elementar da musica.
Teoria e percepção musical (Gusmão; Paulo, 2012)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

TEORIA MUSICAL - 6 (MÉTRICA, COMPASSOS SIMPLES E COMPOSTOS)


A métrica dos compassos pode ser classificada de acordo com o número de tempos que possui:
    •   Compasso binário: dois tempos
    •   Compasso ternário: três tempos
    •   Compasso quaternário: quatro tempos 


    Além disso, compassos podem ser divididos entre simples e compostos, de acordo com a subdivisão natural de cada tempo. O compasso simples é aquele cujos tempos se subdividem naturalmente em duas partes iguais (a unidade de tempo nunca é uma figura pontuada). O exemplo abaixo ilustra diferentes possibilidades de compassos simples: 


     
    O compasso composto é aquele cujos tempos se subdividem naturalmente em três partes iguais. Portanto, a unidade de tempo sempre é uma figura pontuada. A fórmula de compasso não indica o número de tempos, mas sim o número de divisões dos tempos. O exemplo abaixo demonstra possibilidades de compasso composto. 


    Para encontrar a fórmula de um compasso composto cuja unidade de tempo (U.T.) seja equivalente, porém pontuada, a de um compasso simples, basta multiplicar a fração por 3/2. 
    Por exemplo:
    2/4 (binário simples)             x          3/2 = 6/8(binário composto) U.T. = semínima                                U.T. = semínima pontuada 



    >>>->>>->>>- TODA SEGUNDA-FEIRA MATÉRIAS NOVAS - [SIGA-NOS]  - <<<-<<<-<<<
     
    Fonte: 
    Teoria elementar da musica.
    Teoria e percepção musical (Gusmão; Paulo, 2012)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O trombone!!!

trombone é um aerofone da família dos metais. É mais grave que o trompete e mais agudo que a tuba.
Há duas variedades de trombone, quanto à forma:
  • Trombone de Pisto: Utiliza pistos mecânicos como o trompete (não confundir com Trombone de Marcha, também chamado de Trombonito ou ainda Trompete Baixo; que é um trombone de formato e tamanho especialmente modificados para facilitar a sustentação e empunhadura em apresentações marciais).
  • Trombone de Vara: Possui uma válvula móvel (vara), que, ao ser deslizada, altera o tamanho do tubo, mudando a nota. São várias as particularidades da vara:
    • Faz com que o trombone apresente todas as notas dentro da sua extensão (é comum entre os instrumentos de pisto um "buraco", isto é, notas ausentes na região grave).
    • Deixa o timbre do instrumento mais homogêneo em todos os registros, já que o ar não muda de caminho, apenas aumenta ou diminui o percurso.
    • É mais adequada para realizar efeitos como o glissando.
    • Requer um maior cuidado com a afinação.
A família do trombone apresentava originalmente os instrumentos Soprano, Contralto, Tenor, Barítono e Baixo. Com a evolução da música, alguns tipos foram sendo abandonados. O Romantismo consagrou o trombone tenor como o mais nobre da família.
Na atualidade utilizam-se muito frequentemente o trombone Tenor-Baixo, em Si bemol - Fá, e modelos dotados de válvulas mecânicas acionadas com a mão esquerda.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Trombone di boteco no Mariposa Vilas

Olá galera!
Amanhã estarei iniciando mais uma temporada de shows no #Mariposavilas em Vilas do Atlântico, Lauro de Freitas-BA.
Venha conferir de perto o melhor da musica instrumental de boteco. Toda quarta as 20h!
#Trombonediboteco

Trombone di Boteco


Olá galera!
Esse é um teaser sobre meu projeto "Trombone di Boteco" que falei na primeira postagem!
Clique no link abaixo, curta e compartilhe!!!






segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Trombone di boteco!

Os músicos solistas na historia da musica popular brasileira, tiveram seu auge principalmente na época áurea do choro (Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Benedito Lacerda), num segundo momento, no mais marcante período da bossa-nova (Paulo Moura, Sergio Mendes, Eumir Deodato).
Um fato a se destacar é a presença de poucos trombonistas com carreira solo, instrumento que me dedico desde os anos 2000 e que é o ator principal deste meu projeto. Destacamos os heróis do trombone, na bossa-nova: Raul de Souza, Maciel; no choro: Zé da Velha e na musica instrumental contemporânea brasileira Victtor Santos e na Bahia, Fred Dantas.
Idealizado e liderado pelo músico Igor Almeida, o quinteto, que tem como base de formação bateria, percussão, piano e guitarra/cavaco o que garante todo o “molho” e swing, característica presente e indispensável nesse trabalho.
A melodia dos temas, assim como, as intervenções que a voz do interprete faria e os improvisos, ficam por conta de um timbre exclusivo e que nos remete um deleite ao clima plural de um boteco, o trombone de vara.
            No dia 13 de dezembro do ano de 2000, Igor Almeida foi apresentado e teve seu primeiro contato com o trombone de vara, por intermédio do seu irmão, o saxofonista Eric Almeida, numa aula ministrada pelo Maestro Clecio Ventura e que acontecia na SOS Aldeias infantis em Lauro de Freitas. Foi amor a primeira vista e ouvidos e, a partir daí, o menino que tinha 14 anos se dedicou à musica e a sua carreira. Estudou muito a musica brasileira (samba, choro, bolero) o que desenvolveu muito a sua técnica e sonoridade, aumentando cada vez seu repertorio em paralelo ao amor pela música.

Hoje com 28 anos de idade e 14 anos de carreira, já participou de varias gravações e inúmeros shows com artistas e bandas de nome da Bahia, entre eles, Cheiro de Amor, Netinho, Araketu, Ivete Sangalo, Banda EVA, Chiclete com Banana, Alexandre Peixe, Larissa Luz, Guig Gueto, Harmonia do Samba, Magary Lord, Jesse Monroe (Inglaterra), e orquestras como Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz, Sanbone pagode orquestra, Orquestra popular da Bahia, atualmente acompanha e lidera o naipe de sopros da Banda Timbalada.
Em março de 2014, gravou seu primeiro disco com o projeto Trombone di Boteco, contendo dez faixas no qual é acompanhando por playbacks de altíssima qualidade e musicas belíssimas que nos remetem de maneira sofisticada, sem perder a característica e o clima de boteco da década de 70 aos dias atuais.

Sua aposta para 2015 foi a criação do quinteto “Trombone di boteco” que aposenta os playbacks e assume uma forma mais coesa e peculiar na montagem e execução do repertorio.